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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Prince of Persia: The Sands of Time

Esta é a análise de Prince of Persia: The Sands of Time, lançado pela Ubisoft em 2003 para o Playstation 2.

File:Sands of time cover.jpg

Introdução

A franquia Prince of Persia nasceu em 1989, como um Adventure bem simples, porém muitíssimo inteligente. Lançado para Apple II e depois levado a diversas versões em outros consoles, o jogo realmente conseguiu encantar o público. O jogo tinha quebra-cabeças bem inteligentes, um combate interessante e possuía atenção aos detalhes. Foi um grande passo adiante para o gênero Adventure (um princípio para o Platformer) e o início de uma franquia. O espírito se manteve intocado nas suas sequências, mas quando a Ubisoft afirmou que lançaria um game da franquia na nova geração, alegando "um novo fôlego para o gênero", os fãs de Platformer sabiam que podiam esperar boa coisa. E então, finalmente pudemos ver um Prince of Persia com uma tecnologia à altura de sua inspiração. Será que o jogo se manteve no mesmo nível de inovação e jogabilidade? É o que veremos no decorrer dessa análise:

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

Esta é a análise de Dragon Quest VII: Journey of the Cursed King, lançado pela Square Enix em 2004 para o Playstation 2.

File:Dragon Quest VIII Journey of the Cursed King.jpeg

Introdução

Role-Playing Game é um gênero que já é antigo, e que já está "batido". Um dos mais populares gêneros de todos os tempos já esteve presente em todas as formas, e vem se atualizando e se moldando há tempos. Algumas desenvolvedoras se mostraram capaz de evoluir o gênero, atualizá-lo, modificá-lo. Já outras empresas sempre quiseram se manter fiéis ao propósito original do RPG tradicional: a Camelot Software (de Golden Sun) e a Tri-Ace (de Valkyrie Profile, Star Ocean e Radiata Stories), por exemplo. Quando a Square Enix procurou uma desenvolvedora para produzir Dragon Quest VIII, um novo game da franquia que seria lançado quatro anos após o VII (que foi lançado em 2000), mas essa desenvolvedora teria de manter intocável o ar "tradicional" da série, que se manteve praticamente inalterado até hoje. Dragon Quest é um dos maiores nomes entre os amantes de RPG de todos os tempos (se não o maior), tem uma tradição a manter e sabe agradar ao seu mais fiel público: o japonês. A Square Enix optou pela empresa novata Level 5 (produtora de apenas dois games até então, porém excelentes: Dark Cloud e Dark Cloud 2). E então a Level-5 ficou com a missão de trazer uma das mais queridas franquias de RPG existentes, famosa por se manter sempre presa às suas raízes fundadoras, para a nova geração 128 bits. Será que o novo game manteria as raízes? Ou iria se render ao apelo inovador do panorama ocidental? É o que veremos no decorrer dessa análise:

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Kingdom Hearts

Esta é a análise de Kingdom Hearts, lançado pela Square em 2002 para o Playstation 2.

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Introdução

Consegue imaginar que Square e Disney já tiveram escritórios em um mesmo prédio, no centro do Japão? Pois é. Ambos ficavam muito próximos. Quem diria que um dia ambos iriam literalmente se fundir? A ideia nasceu de um encontro de Shinji Hashimoto, produtor da Square, com um executivo da Disney, amigo dele, em um elevador. Conversaram, trocaram ideias e então brotou dali a inspiração para se criar um jogo que unisse os elementos do universo da Square e da Disney. Ambos formaram uma única equipe com mais de cem pessoas, com direito a Hironobu Sakaguchi, Tetsuya Nomura, Yoshinori Kitase e outros grandes mestres dos games. Começaram a trabalhar em 2000 e passaram por muitas ideias e reformulações, até chegar na versão final em 2002. E o resultado é esse jogo aqui, a mais ambiciosa empreitada da Disney na indústria dos games, e amparada por uma das maiores e mais importantes desenvolvedoras de games da história. Vamos ver como esse game tão aclamado se saiu?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tekken Tag Tournament

Esta é a análise de Tekken Tag Tournament, lançado pela Namco em 2000 para o Playstation 2.


Introdução

A franquia Tekken conquistou seu espaço entre os jogos de luta de maneira assombrosa. Quando todos já acreditavam que as franquias mais adoradas e queridos pelos gamers seriam para sempre Street Fighter e Mortal Kombat (talvez Virtua Fighter também), eis que a Namco apresentou ao mundo um concorrente de peso. Totalmente adaptado aos gráficos 3D e uma jogabilidade mais intuitiva e simplificada, a série foi tomando corpo até se tornar referência em seu meio. Hoje, Tekken vende mais que seus concorrentes, consegue maior espaço na mídia, e é considerado como a pupila dos olhos da Namco. Além de carro-chefe da empresa, ainda é usado como inspiração para um mar sem fim de outras franquias posteriores. Quando a Namco anunciou uma adaptação do recém-lançado Tekken Tag Tournament, o quarto game da série, até então nos arcades, para um console como o Playstation 2 (console sucessor daquele no qual a série fez sua estreia triunfal no console), os saudosistas já aguardavam por um sucesso. Quando o game foi lançado, então, junto do console nos EUA, a divulgação foi arrebatadora, e serviu para alavancar ainda mais a fama da franquia. Vamos para a análise.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Dynasty Warriors 2

Esta é a análise de Dynasty Warriors 2, lançado pela Koei em 2000 para o Playstation 2.

File:DW2 front-1-.jpg

Introdução

Quando um videogame é lançado, muito se diz sobre variedade de games na época do lançamento. Todo console que se preze tem de ter um lançamento com jogos à altura, de preferência do maior número de gêneros possíveis (luta, FPS, corrida e tal), para agradar ao máximo possível de usuários. Ainda mais quando o console em questão é lançado com tanta pompa, como o Playstation 2. Quando o console foi lançado no Japão, ele veio acompanhado de jogos como Street Fighter EX3, Ridge Racer V, DrumMania e Eternal Ring. Dentro de jogos tão seletos de tantas categorias, eis que apareceram muitos games de desenvolvedoras menores, com novas ideias. A Koei então trouxe Dynasty Warriors 2, sucessor do não tão afamado jogo de luta do Playstation, Dynasty Warriors. Porém, contrariando as expectativas, o jogo veio totalmente reformulado, com um estilo próprio bem inusitado, inspiração na história lendária da China, e disposto a atrair jogadores pouco convencionais do console: fãs de estratégia e ação tática. Será que a jogada da Koei, afinal, deu certo? É o que veremos no decorrer dessa análise.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Castlevania: Lament of Innocence

Esta é a análise de Castlevania: Lament of Innocence, lançado pela Konami em 2003 para o Playstation 2.

File:Castlevania - Lament of Innocense (Gamecover).jpg

Introdução

A franquia Castlevania é uma das mais populares da história dos games. Poucas franquias podem se vangloriar de estar presente em tantos consoles com tantas versões desde 1986. A franquia vem se mantendo sempre na ativa, em busca de novidades e com grandes lançamentos. Uma das mais recentes tentativas de inovação que a franquia tem apresentado para seu já manjado estilo de jogo é o formato em três dimensões. Contrariando o estilo 2D que a série possuía em seu início, o primeiro jogo em 3D foi Castlevania, lançado para Nintendo 64 em 1999. O segundo foi Castlevania: Legacy of Darkness, lançado também em 1999 para Nintendo 64. O primeiro até foi bem (em termos), mas o segundo não foi nada bem em questão de críticas ou vendas, o que desanimou um pouco a Konami a persistir no 3D. Após lançar outros jogos em 2D, ela resolveu tentar mais uma vez e lançou Castlevania: Lament of Innocence para o Playstation 2, com muitas alterações bacanas no gameplay, em 3D e com forte apelo ao recém-famoso gênero Hack and Slash. Será que desta vez será uma boa evolução para a série? Veremos nessa análise:

domingo, 23 de setembro de 2012

Midnight Club: Street Racing

Esta é a análise de Midnight Club: Street Racing, lançado pela Rockstar Games em 2000 para o Playstation 2.

File:Midnight Club - Street Racing Coverart.jpg

Introdução

Os apaixonados pelos consoles da Sony viveram grandes e maravilhosos tempos na era Playstation. Com a tão aguardada transição para a era 128 bits, estava mais do que claro que as grandes franquias que apareceram no console anterior, como Gran Turismo, Need for Speed e Ridge Racer iriam voltar e continuar o sucesso que haviam acumulado. O que eles não esperavam é que fossem encontrar concorrência logo de cara. Em 2000, a Rockstar Games, em parceria com a desenvolvedora Angel Studios, entrou de cabeça no gênero Racing trazendo Midnight Club, um jogo que aposta na emoções dos rachas ilegais noturnos em cidades turísticas famosas. Trazendo elementos até então impensados para o gênero e conquistando uma legião de fãs sendo pioneiro em diversos quesitos, Midnight Club trouxe os jogos de corrida arcade e um novo nível, quase como Need for Speed fez no console anterior. Vamos conhecer melhor essa grata surpresa que a Rockstar Games nos trouxe?

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Guitar Hero

Esta é a análise de Guitar Hero, lançado pela RedOctane em 2005 para o Playstation 2.

File:Guitarhero-cover.jpg

Introdução

O mercado de jogos musicais é extenso e remete há muito tempo atrás. Desde os primórdios dos games, havia jogos musicais, com simuladores de piano e baterias. Mas nenhum deles fez sucesso. Quer dizer, até ser lançado Beatmania, para os arcades, em 1997. Começava aí uma nova era nos games: o apelo dos jogos musicais. Seja na forma de dança, como Dance Dance Revolution, ou de música mesmo, como Beatmania, o gênero Rhythm se tornou popular e cool em todo o mundo. De modinha nas festas underground japonesas, passaram a vender centenas de milhares de unidades ao redor do planeta. Quando a Konami lançou Guitar Freaks em 1998 para o Playstation, ela não sabia, mas estava dando a inspiração para que a Harmonix e a RedOctane lançassem uma das franquias de jogos musicais mais bem sucedida de toda a história dos games: Guitar Hero. Será que eles mesmos imaginavam o sucesso que a franquia teria nos anos subsequentes? Será que eles almejavam desde o princípio criar um ícone tão conhecido assim? Bom, isso eu não sei, mas, para conhecer melhor esse clássico, leiam a análise a seguir:

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Tony Hawk's Underground

Esta é a análise de Tony Hawk's Underground, lançado pela Activision em 2003 para o Playstation 2, Xbox e Gamecube.

File:Tony Hawk's Underground PlayStation2 box art cover.jpg

Introdução

Tony Hawk's Pro Skater se tornou, em pouco tempo, uma das franquias mais queridas e mais viciantes da era Playstation. Dona de diversos títulos de sucesso, a franquia sempre foi sinônimo de diversão e de novidades. Um dos mais populares jogos de esportes radiciais dos últimos tempos (talvez o mais popular fora dos esportes de maior vendagem, como futebol, basquete e futebol americano) e sucesso absoluto de crítica e vendas, a série chega por fim ao Playstation 2. E a Activision tratou de reinventar a série mais uma vez, reformulando vários fatores e incrementando muitas novidades, fazendo jus à transição da franquia a uma plataforma com mais possibilidades. Dando mais liberdade ao jogador e trazendo um inovador modo história e de customização de personagens, a série busca atrair um público ainda mais amplo, e, claro, sem perder a diversão e a jogabilidade viciante que fizeram fama até então. Acompanhe a análise desse grande jogo da franquia.

sábado, 8 de setembro de 2012

Final Fantasy X

Esta é a análise de Final Fantasy X, lançado pela Square em 2001 para o Playstation 2.

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Introdução

Quem diria que chegaríamos em uma época em que seria lançado um Final Fantasy a cada ano. Pois é, esse tempo existiu. Após cultivar uma nação de fiéis seguidores, e de mimá-los com apenas o que há de melhor, a Square conseguiu satisfazer os desejos de seus adoradores com Final Fantasy IX em 2000, e em julho do ano seguinte já havia outro Final Fantasy nas lojas. Quando se leva em consideração que o VIII foi lançado em 1999, podemos criar algumas dúvidas ao se perceber que foram três jogos de uma mesma franquia lançados em um espaço de tempo de três anos. Se fosse qualquer outra franquia, seria alvo de especulação, pois geraria descrédito e tal. Ainda mais para um gênero como o RPG, que precisa de constante inovação e atenção aos detalhes e nuances para fazer sucesso. Mas a Square sabe como agradar seu público. Por isso, Final Fantasy marcou o fim de uma sequência indiscutível de excelentes jogos, e o começo de uma nova era para os RPGs. Um divisor de águas, um marcador no tempo que os gamers do futuro sempre poderão olhar para o passado e sentir saudades. Um jogo que veio para mudar os parâmetros conhecidos de sua franquia e de seu gênero, e almejar ainda mais. Prazer, Final Fantasy X.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Tomb Raider: Anniversary

Esta é a análise de Tomb Raider: Anniversary, lançado pela Eidos Interactive em 2007 para o Playstation 2 e PC.

File:Tomb Raider - Anniversary.png

Introdução

Todo aniversário merece ser comemorado. Afinal de contas, não é todos os dias que uma franquia faz 10 anos de existência. Até porque, para uma franquia manter 10 anos de sucesso, é porque realmente os jogos são bons. O sucesso que a franquia Tomb Raider teve é relativo: a franquia passou por muitos altos e baixos. Começou como algo inovador, formidável, fora dos padrões e uma grande referência dentro de seu gênero, mas, com cinco jogos em cinco anos, a série acabou perdendo popularidade e caindo na mesmice. Mas seguiu em frente, com novos jogos pouco triunfais, mas convincentes. E, no seu aniversário de 10 anos, a primeira musa gamer digitalizada em 3D da história, Lara Croft (ou Lady Croft, se preferirem) ganhou um jogo à altura de sua grandiosidade. Um remake do clássico que foi seu primeiro jogo, o de maior sucesso e o mais querido de toda a sua série. Vamos matar a saudade das aventuras (e das curvas também) dessa eterna musa nesse jogo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Shadow of the Colossus

Esta é a análise de Shadow of the Colossus, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2005 para o Playstation 2.

File:Sotc boxart.jpg

Introdução

Nem sempre obras grandiosas saem dos grandes estúdios. Foi com esse conceito que um pequeno grupo de artistas da Sony Computer Entertainment Japan se reuniu e formou a desenvolvedora Team Ico. Sua primeira obra, Ico, marcou gerações por ser simples mas ao mesmo tempo impressionante, inovador, apaixonante e atento aos mínimos detalhes, inclusive estética e imersão. Logo virou um ícone de referência e considerado uma verdadeira obra-prima dos games. Imagine agora os fãs quando souberam, em 2002, que uma sequência espiritual estava sendo produzida. Antes conhecida como "Nico", o jogo foi lançado como Shadow of the Colossus, sem ser uma sequência exata do anterior, mas ainda assim repleto de referências. Será que conseguiram agradar aos fãs? Será que o Team Ico repetiu o feito histórico e criou um jogo tão aclamado quanto seu anterior? É o que veremos nessa análise.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Fatal Frame

Esta é a análise de Fatal Frame, lançado pela Tecmo em 2001 para o Playstation 2.

File:Fatal Frame Coverart.png

Introdução

A Tecmo ficou famosa com jogos de quase todos os estilos, inclusive luta, Strategy-RPGs, Platformers, entre outros. Nomes como Dead or Alive, Ninja Gaiden, Croc, Disgaea, Deception, Dynasty Warriors e Monster Rancher não me deixam mentir. Ela sempre se meteu em diversos campos e até jogos de futebol ela tem em seu currículo. Quando se achava que a Tecmo não iria mais se aventurar em nenhum grande gênero, eis que ela anuncia uma tentativa no gênero Survival-Horror. Aos poucos, conforme imagens e vídeos eram lançados, o jogo foi causando alguma expectativa, até que ele começou a ser realmente ansiado pelos fãs do gênero. Zero, nome da franquia no Japão que viria a se tornar Fatal Frame na América, inicialmente pegou fama pelo subtítulo: "Baseado em fatos reais". Um jogo de terror baseado em fatos reais? Parece promissor, não? Como isso é possível? Veremos isso e muito mais no decorrer dessa análise.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Bully

Esta é a análise de Bully, lançado pela Rockstar Games em 2006 para o Playstation 2.

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Introdução

A Rockstar Games sempre teve uma tendência enorme a fazer jogos que contrariem a razão e o senso moral. Diversos de seus maiores sucessos são concebidos tendo em mente posições contraditórias acerca dos temas mais polêmicos da era moderna, como sexualidade, violência e deturpação da moral. Apesar das longas críticas, seus jogos possuem sim um fundo moral, e são em sua maioria críticas irônicas e muito bem fundamentadas às mazelas sociais. E foi com esse intuito que ela trouxe Bully, um dos jogos mais controversos da história. Lançado em uma era abalada pela crise moral, pelo ódio racial e social, pelo bullying, pelo caos social e que ainda teme um novo Massacre de Columbine a qualquer instante, Bully não poderia ter sido lançado em um momento menos oportuno. Ele bate de frente com tudo o que se poderia esperar de um jogo "moralmente viável", e logo se tornou alvo de críticas e censura em quase todos os países culturalmente ultrapassados, inclusive o Brasil. Agora, deixando de lado todo o apelo ético e moral que gira em torno do universo de Bully, será que ele é um bom jogo? É isso que veremos no decorrer desta análise.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Driver 2

Esta é a análise de Driver 2, lançado pela Infogrames em 2000 para o Playstation.

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Introdução

Driver se tornou rapidamente um dos maiores clássicos e ícones cult do Playstation, por sua proposta diferenciada e estilo único. Quando a Reflections Interactive anunciou a intenção de lançar a segunda versão do jogo, criou-se muita expectativa acerca da obra. Driver 2 rapidamente se tornou um dos jogos mais esperados do Playstation, em uma época no qual o Playstation 2 já estava arrasando e chamando toda a atenção para si. Quando o jogo foi finalmente lançado, o hype acabou, e deu lugar a uma recepção mista. Trazendo muitas diferenças em relação ao original, o jogo dividiu opiniões: alguns adoraram as alterações, enquanto outros gamers simplesmente nem consideram esse jogo pertencente à franquia Driver. O jogo oscila entre a surpresa do ano e a decepção do ano, mas em uma coisa ele foi unânime: não passou desapercebido. Confiram nossa análise sobre Driver 2.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

MediEvil

Esta é a análise de MediEvil, lançado pela Sony Computer Entertainment em 1998 para o Playstation.

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Introdução

Em 1998, com o console Playstation arrebentando, a Sony já havia se consolidado como uma das principais publicadoras do console. A Sony adquiria cada vez mais e mais desenvolvedoras, atraindo mais títulos exclusivos a cada ano. Quando a Sony comprou o estúdio Millenium, da Cyberlife Ltd, e a nomeou SCE Cambridge, sabíamos que mais um jogo exclusivo estaria vindo. E o jogo que nasceu dessa parceria foi MediEvil, um Platformer que beira o Action-Platformer, com elementos que remetem aos bons tempos de Ghouls n' Goblins. Conhece esse jogo? Não? Ele possui uma legião de fãs! Vamos conhecer melhor esse game com o esqueleto mais carismático do console.

domingo, 3 de junho de 2012

Mission: Impossible

Esta é a análise de Mission: Impossible, lançado pela Infogrames em 1999 para o Playstation.


Introdução

Já é sabido que jogos de videogame baseados em filme não costumam sair lá muito bons. Muitas vezes, as produtoras do jogo confiam demais no sucesso do filme para emplacar o jogo, e se esquecem dos elementos que fazem de um jogo uma excelente pedida. Quando a Infogrames anunciou que faria um jogo estritamente baseado no sucesso Missão Impossível, todos já aguardavam o que parecia ser um fiasco. Após ser lançado em 1998 para Nintendo 64, suas notas se revelaram muito baixas, um fracasso de mídia. A chance que ela teve foi ao refazer o jogo para Playstation. Será que deu certo a adaptação a um novo console? É o que veremos nessa análise.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tekken 3

Esta é a análise de Tekken 3, lançado pela Namco em 1998 para o Playstation.


Introdução

A série Tekken é um fenômeno muito bem-vindo para o universo dos jogos de luta. Inspirado em jogos de luta 3D promissores como Virtua Fighter, Tekken fez logo muito sucesso em qualquer arcade que lançava. E a terceira versão do jogo veio para consagrar de vez a série. Trazendo todos os elementos de tornaram os games anteriores sucesso, com novos comandos, novos personagens, muitos extras e inovadores modos de jogo, inesperados em um game do gênero, Tekken 3 conquistou o coração da crítica, se tornando um dos mais queridos jogos do Playstation.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Valkyrie Profile


Esta é a análise de Valkyrie Profile, lançado pela Enix em 1999 para o Playstation.

File:Vpbox.jpg

Introdução

Às vezes, uma pérola pouco valorizada no mercado consegue nos surpreender, não é mesmo? Afinal, quando pensamos nos grandes lançamentos para Playstation do ano de 2000 nos Estados Unidos, dezenas de títulos nos vêem à cabeça. Apenas contando os RPGs, temos vários títulos, incluindo Chrono Cross, Final Fantasy IX, Vagrant Story, Persona 2, Breath of Fire IV, Legend of Mana, Lunar 2: Eternal Blue, SaGa Frontier 2, The Legend of Dragoon, Threads of Fate, Dragon Valor, Wild ARMS 2, e muitos outros. São muitos e muitos títulos para o gênero, e não seria difícil que um ou outro acabasse saindo desapercebido. Mas isso não aconteceu com o excelente Valkyrie Profile: uma pérola muito bem lapidada do console, que deixou uma legião de fãs apaixonados com seu estilo único e inconfundível. Acompanhem essa análise.

quinta-feira, 15 de março de 2012

007: Tomorrow Never Dies


Esta é a análise de 007: Tomorrow Never Dies, lançado pela Electronic Arts em 1999 para o Playstation.

File:Tomorrow Never Dies Coverart.png

Introdução

Podemos dividir o gênero First-Person Shooter em duas épocas: antes e depois de GoldenEye 007. As inovações desse game para o gênero foram tantos que o jogo é simplesmente um símbolo máximo da franquia 007 como um todo, admirado por gamers do mundo inteiro até hoje e até o fim dos tempos. Uma obra-prima, sem dúvida. Mas, quando a empresa Electronic Arts comprou os direitos do agente britânico, gerou uma certa dúvida nos fãs. Principalmente quando ela lançou um game exclusivo ao Playstation, repleto de pompa e totalmente baseado no filme de mesmo nome: O Amanhã Nunca Morre. As dúvidas seriam devido ao fato de a Electronic Arts ter alterado o gênero de First-Person Shooter para Third-Person Shooter, o que ocasionou a perda de muitas das características cruciais do jogo. Será que a Electronic Arts conseguiu renovar a paixão dos amantes da franquia com esse novo game?