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sábado, 20 de julho de 2013

Dishonored

Esta é a análise de Dishonored, lançado pela Bethesda Softworks em 2013 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.

File:Dishonored box art Bethesda.jpg

Introdução

Desde que a Arkane Studios foi fundada, em 1999, ela não havia conseguido arcar com um grande sucesso. Começou desenvolvendo RPGs de pouco nome para Xbox e PC. Ajudava aqui e ali em alguns games, e teve diversos títulos cancelados. Isso foi até 2010, quando a empresa foi comprada pela ZeniMax Media. O estúdio ajudou na produção de BioShock 2, e então começou a desenvolver seu primeiro grande game: Dishonored, que seria lançado pela Bethesda Studios. Harvey Smith, designer da franquia Deus Ex, iria ser um dos diretores de criação do jogo que almejava misturar diversos gêneros. Seria um First-Person Stealth Action com elementos de RPG e Open-World. Uma mistura de BioShock com Deus Ex e uma pitada de The Elder Scrolls: Skyrim. Não há dúvidas de que é um game plurigênero bem criativo, mas será que tantos elementos unidos em um só jogo daria certo? O game teve bastante hype na E3 de 2012, tendo sido escolhido um dos jogos mais aguardados do ano. Quando foi lançado, chamou a atenção do público e já foi considerado um dos melhores jogos do ano. Será que é para tudo isso? É o que veremos no decorrer desta análise:

segunda-feira, 1 de julho de 2013

The Last of Us

Esta é a análise de The Last of Us, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2013 para o Playstation 3.


Introdução

The Last of Us roubou a cena em 2012, quando foi apresentado na E3 e levou diversos prêmios como um dos jogos mais ansiosamente aguardados. Cada trailer do game deixava a todos com a expectativa no máximo. Será que o jogo atenderia a tanto apelo? Muito do crédito se deve à Naughty Dog, criadora de Crash Bandicoot, Jak and Dexter e Uncharted. Todos confiam no trabalho dessa excelente desenvolvedora, que nunca decepciona. E, finalmente, quando ele foi lançado em 2013, roubou a cena novamente. Recepcionado com um recorde de boas notas por parte da mídia especializada, o jogo já vem sendo agraciado e mencionado como um dos melhores games não só de 2013, como dessa geração. Será que é para tanto, e que The Last of Us está à altura de tanto mérito? É o que veremos no decorrer dessa análise.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Prince of Persia: The Sands of Time

Esta é a análise de Prince of Persia: The Sands of Time, lançado pela Ubisoft em 2003 para o Playstation 2.

File:Sands of time cover.jpg

Introdução

A franquia Prince of Persia nasceu em 1989, como um Adventure bem simples, porém muitíssimo inteligente. Lançado para Apple II e depois levado a diversas versões em outros consoles, o jogo realmente conseguiu encantar o público. O jogo tinha quebra-cabeças bem inteligentes, um combate interessante e possuía atenção aos detalhes. Foi um grande passo adiante para o gênero Adventure (um princípio para o Platformer) e o início de uma franquia. O espírito se manteve intocado nas suas sequências, mas quando a Ubisoft afirmou que lançaria um game da franquia na nova geração, alegando "um novo fôlego para o gênero", os fãs de Platformer sabiam que podiam esperar boa coisa. E então, finalmente pudemos ver um Prince of Persia com uma tecnologia à altura de sua inspiração. Será que o jogo se manteve no mesmo nível de inovação e jogabilidade? É o que veremos no decorrer dessa análise:

sábado, 11 de maio de 2013

Tom Clancy's Splinter Cell

Esta é a análise de Tom Clancy's Splinter Cell, lançado pela Ubisoft em 2002 para o Playstation 2, Xbox, Gamecube e PC.

File:Tharealsplintercell.jpg

Introdução

Jogos baseados em livros é algo pouco usual. Quando o escritor americano Tom Clancy, renomado autor de romances de espionagem e ficção militar, decidiu co-fundar uma empresa desenvolvedora de games, a Red Storm Entertainment (mais tarde comprada pela Ubisoft), ele colocou seu vasto conhecimento do mundo da espionagem à prova. Apesar de não participar diretamente da produção dos games, ajuda a desenvolver as tramas, que são sempre inspiradas em tramas de espionagem e de conspiração pós-guerra. Após franquias conhecidas, como Rainbow Six e Ghost Recon, eles lançaram uma nova série, uma nova franquia, mais uma vez a levar o nome de Tom Clancy: Splinter Cell. Com uma trama cinematográfica e produção ambiciosa repleta de mistério e requintes, o game viria para marcar seu lugar na história do gênero Stealth-Action.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

Esta é a análise de Dragon Quest VII: Journey of the Cursed King, lançado pela Square Enix em 2004 para o Playstation 2.

File:Dragon Quest VIII Journey of the Cursed King.jpeg

Introdução

Role-Playing Game é um gênero que já é antigo, e que já está "batido". Um dos mais populares gêneros de todos os tempos já esteve presente em todas as formas, e vem se atualizando e se moldando há tempos. Algumas desenvolvedoras se mostraram capaz de evoluir o gênero, atualizá-lo, modificá-lo. Já outras empresas sempre quiseram se manter fiéis ao propósito original do RPG tradicional: a Camelot Software (de Golden Sun) e a Tri-Ace (de Valkyrie Profile, Star Ocean e Radiata Stories), por exemplo. Quando a Square Enix procurou uma desenvolvedora para produzir Dragon Quest VIII, um novo game da franquia que seria lançado quatro anos após o VII (que foi lançado em 2000), mas essa desenvolvedora teria de manter intocável o ar "tradicional" da série, que se manteve praticamente inalterado até hoje. Dragon Quest é um dos maiores nomes entre os amantes de RPG de todos os tempos (se não o maior), tem uma tradição a manter e sabe agradar ao seu mais fiel público: o japonês. A Square Enix optou pela empresa novata Level 5 (produtora de apenas dois games até então, porém excelentes: Dark Cloud e Dark Cloud 2). E então a Level-5 ficou com a missão de trazer uma das mais queridas franquias de RPG existentes, famosa por se manter sempre presa às suas raízes fundadoras, para a nova geração 128 bits. Será que o novo game manteria as raízes? Ou iria se render ao apelo inovador do panorama ocidental? É o que veremos no decorrer dessa análise:

sábado, 13 de abril de 2013

Tomb Raider (2013)

Esta é a análise de Tomb Raider, lançado pela Square Enix em 2013 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.

File:TombRaider2013.jpg

Introdução

A franquia Tomb Raider passou por muitos altos e baixos ao longo dos anos. Após o lançamento de Tomb Raider: Underworld, em 2008, mistérios cercaram o futuro da franquia. Eles dividiram o estúdio em dois, de modo que uma parte fazia spin-offs para portáteis (como o Lara Croft and the Guardian of Light) e a outra parte se preparava para fazer um novo Tomb Raider, voltado inteiramente para a nova geração de consoles.  Nesse meio tempo, em 2009, a Eidos, publicadora da série desde os primórdios, foi comprado parcialmente pela Square Enix, e a Square passou a ditar as regras sobre a franquia. Foram dois anos de produção antes que a empresa sequer divulgasse suas primeiras imagens, e a informação passada era de que não seria uma continuação, e sim uma renovação completa da série, uma forma completamente diferente de contar a história de Lara Croft. Seria um jogo inteiramente novo, replanejado fora dos moldes dos jogos anteriores, com a intenção de redefinir a personalidade de Lara Croft e atualizá-la para se tornar uma heroína moderna e condizente com a atual fase do gênero Action-Adventure. Tudo isso era a aposta da Square Enix, em parceria com a Crystal Dynamics, para revitalizar a série de uma vez por todas no cenário moderno de games. Será que deu certo? É o que veremos no decorrer dessa análise.

domingo, 31 de março de 2013

Devil May Cry

Esta é a análise de Devil May Cry, lançado pela Capcom em 2001 para o Playstation 2.

File:DMC1FrontCover.jpg

Introdução

No finalzinho de 1999, Resident Evil já era um dos carros-chefe da Capcom. Resident Evil 3: Nemesis havia sido lançado em setembro, e o público já pedia por mais jogos da franquia, e estavam todos ansiosos por um Resident Evil lançado para Playstation 2. Shinji Mikami, criador da série, pediu que seu parceiro de trabalho, Hideki Kamiya, desenvolvesse um novo game para a franquia. Kamiya tinha ideias originais, e pretendia levar a franquia a um lado mais voltado para a ação, com combates frenéticos. Então, o escritor Noboru Sugimura escreveu uma história repleta de elementos medievais. Com um protagonista "superpoderoso", elementos medievais, câmera livre e combate frenético, o jogo ficou diferente de tudo que a empresa já havia feito. Mas o jogo se distanciou tanto dos demais jogos da série que já não poderia mais ser considerado Resident Evil. Mikami gostou do jogo mesmo assim, e apostou na ideia de lançá-lo como um jogo independente, de uma nova franquia que tinha tudo para fazer sucesso. E assim surgiu a franquia Devil May Cry: uma mistura alucinante de ideias que deram certo. Quem poderia apostar que a Capcom iria conseguir fundar e apresentar ao mundo um novíssimo gênero (Hack and Slash Action), e, ainda de quebra, trazer mais um carro-chefe para a empresa?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Far Cry 3

Esta é a análise de Far Cry 3, lançado pela Ubisoft em 2012 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.

File:Far Cry 3 PAL box art.jpg

Introdução

Desde 2008, quando lançou Far Cry 2, os fãs aguardam ansiosamente pelo Far Cry 3. Sob direção da Ubisoft Montreal (substituindo a Crytek, do primeiro Far Cry), a série atingiu outro patamar, se reinventou e trouxe ainda mais desafios e praticamente se tornou um novo estilo de game. Os fãs apaixonados queriam mais, e em 2010 começaram os boatos de que seria lançado um novo jogo da franquia. Com várias prorrogações e vídeos aqui e ali, passando por 2010 e 2011, finalmente ficou marcado que o jogo seria lançado em 2012. Logo se tornou o game mais aguardado de 2012, prometendo revolucionar a série com uma história mais profunda e ainda mais espaço para exploração. Após seu lançamento, o mais novo carro-chefe da Ubisoft vendeu muitíssimo bem e logo passou a ser considerado o melhor jogo de 2012. Será que é pra tanto? Será que o jogo realmente revolucionou tanto quanto prometeu que faria? É o que veremos no decorrer da análise a seguir:

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Killzone

Esta é a análise de Killzone, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2004 para o Playstation 2.

File:Killzonecoverart.jpg

Introdução

Em 2002, os games estavam começando uma nova era: a era online. Com o Dreamcast e o Playstation 2 disponibilizando cada vez mais jogos online, as conexão com a internet passaram a ser o novo brilho dos olhos das produtoras. Dreamcast fazia sucesso com Phantasy Star Online e Quake 3 Arena, enquanto a Sony também emplacava os sucessos S.O.C.O.M. e Resident Evil: Outbreak, em uma batalha ferrenha por popularidade (isso com o Xbox correndo por fora). As produtoras se voltavam a produzir cada vez mais conteúdo para esse novo tipo de jogatina, ao invés do já batido single-player. Após diversos anos em produção, a Guerrilla Games produziu um jogo de guerra de esquadrões futuristas ambientada em um clima sci-fi, feito especificamente com foco no online para ser lançado em 2004. A Sony promoveu o jogo da melhor forma que pôde, com todas as suas forças e influência, e muita expectativa se formou em cima desse game que prometia ser "o marco dos jogos online nessa geração". Será que Killzone foi para tanto? É o que vamos descobrir no decorrer dessa análise.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

God of War: Ghost of Sparta

Esta é a análise de God of War: Ghost of Sparta, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2010 para o Playstation Portable.

File:GOW Ghost of Sparta boxart.jpg

Introdução

God of War é uma franquia que alcançou seu ápice bem recentemente. A terceira versão da sequência direta do jogo, God of War 3, lançado em março de 2010, marcou mais uma página na história épica do lendário Kratos. Algumas dúvidas ficaram no ar, e os fãs começaram a pedir maiores explicações sobre o background do protagonista. A Sony resolveu atender aos pedidos, e mais uma versão do jogo foi lançado poucos meses depois, em novembro do mesmo ano. God of War: Ghost of Sparta, não é apenas um spin-off para PSP, e sim uma parte importante da intensa trama do jogo, e possui detalhes interessantes e revelações importantes acerca do universo do jogo, principalmente do protagonista. Logo tornou-se peça obrigatória para os fãs, obrigando a Sony a lançar o jogo em uma coletânea especial para Playstation 3 (já que nem todos os fãs a franquia tinham PSP). Será que esse game conseguiu manter o padrão de qualidade do restante da franquia? Seria um sucesso tão grande quanto a série direta, ou mesmo quanto o Chain of Olympus? É o que veremos ao longo dessa análise.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Grand Theft Auto 3

Esta é a análise de Grand Theft Auto 3, lançado pela Rockstar Games em 2001 para o Playstation 2.

File:GTA3boxcover.jpg

Introdução

Poucos jogos foram tão controversos quanto a franquia GTA, desde seu nascimento. Desde quando o primeiro game da franquia foi lançado para o PC, e depois chegou ao Playstation, já se falava sobre sua violência explícita, sua conotação sexual, sua apologia ao tráfico de drogas e de armas e de sua conspiração política por denunciar as mazelas da sociedade norte americana de forma tão cruel e direta. Mas, ao mesmo tempo em que fez milhares de inimigos, fez ainda muito mais fãs. A Rockstar Games pagou muitos processos por seus jogos, mas o número de pessoas que admiravam suas obras não parava de aumentar. E qual a melhor forma de celebrar tamanha parceria senão com um novo e ainda mais controverso game? Grand Theft Auto 3 trouxe todo o universo para a nova geração de consoles, e chegou com tudo no Playstation 2. Ainda mais violento, mais sádico, mais cômico e mais crítico, trata-se de um jogo que deu início a um novo patamar, não só para a empresa como para o mundo dos games como um todo. Um jogo que veio contra tudo e todos, para revolucionar tudo o que já havia sido feito até então. Um game que formou uma legião de seguidores (e de fervorosos inimigos), e serviu de inspiração para a criação de muitos jogos, filmes, músicas e histórias em quadrinhos ao redor do mundo. Um dos jogos mais influentes e mais bem sucedidos da história dos games. Referência completa dentro de seu segmento e marca determinante em sua época. GTA 3 foi tudo isso e muito mais.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Kingdom Hearts

Esta é a análise de Kingdom Hearts, lançado pela Square em 2002 para o Playstation 2.

File:Kingdom Hearts.jpg

Introdução

Consegue imaginar que Square e Disney já tiveram escritórios em um mesmo prédio, no centro do Japão? Pois é. Ambos ficavam muito próximos. Quem diria que um dia ambos iriam literalmente se fundir? A ideia nasceu de um encontro de Shinji Hashimoto, produtor da Square, com um executivo da Disney, amigo dele, em um elevador. Conversaram, trocaram ideias e então brotou dali a inspiração para se criar um jogo que unisse os elementos do universo da Square e da Disney. Ambos formaram uma única equipe com mais de cem pessoas, com direito a Hironobu Sakaguchi, Tetsuya Nomura, Yoshinori Kitase e outros grandes mestres dos games. Começaram a trabalhar em 2000 e passaram por muitas ideias e reformulações, até chegar na versão final em 2002. E o resultado é esse jogo aqui, a mais ambiciosa empreitada da Disney na indústria dos games, e amparada por uma das maiores e mais importantes desenvolvedoras de games da história. Vamos ver como esse game tão aclamado se saiu?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tekken Tag Tournament

Esta é a análise de Tekken Tag Tournament, lançado pela Namco em 2000 para o Playstation 2.


Introdução

A franquia Tekken conquistou seu espaço entre os jogos de luta de maneira assombrosa. Quando todos já acreditavam que as franquias mais adoradas e queridos pelos gamers seriam para sempre Street Fighter e Mortal Kombat (talvez Virtua Fighter também), eis que a Namco apresentou ao mundo um concorrente de peso. Totalmente adaptado aos gráficos 3D e uma jogabilidade mais intuitiva e simplificada, a série foi tomando corpo até se tornar referência em seu meio. Hoje, Tekken vende mais que seus concorrentes, consegue maior espaço na mídia, e é considerado como a pupila dos olhos da Namco. Além de carro-chefe da empresa, ainda é usado como inspiração para um mar sem fim de outras franquias posteriores. Quando a Namco anunciou uma adaptação do recém-lançado Tekken Tag Tournament, o quarto game da série, até então nos arcades, para um console como o Playstation 2 (console sucessor daquele no qual a série fez sua estreia triunfal no console), os saudosistas já aguardavam por um sucesso. Quando o game foi lançado, então, junto do console nos EUA, a divulgação foi arrebatadora, e serviu para alavancar ainda mais a fama da franquia. Vamos para a análise.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Yakuza

Esta é a análise de Yakuza, lançado pela Sega em 2005 para o Playstation 2.

File:Yakuza-sega.jpg

Introdução

Pode-se esperar qualquer coisa da Sega. Uma empresa que teve a coragem e a eficiência necessários para desenvolver um jogo tão original quanto Shenmue, clássico da era Dreamcast, um dos primeiros jogos verdadeiramente Open-World de que se tem notícia, não pode ser ignorada quando ela pretende desenvolver um jogo tão original quanto. Muita expectativa girava em torno de Yakuza e de tudo o que ele pretendia trazer para a geração 128 bits. Ninguém duvidava que o game traria uma filosofia de imersão e sentimento de mundo aberto tão bom quanto Shenmue, até porque as comparações começavam a se tornar numerosas. Quando vemos o produto final, fica claro que o jogo saiu ainda melhor do que a teoria. Pode não ser a mais exata sequência espiritual da saga Shenmue (a qual espera o encerramento de sua trilogia até hoje), mas é o que chega mais perto de se tornar tão imersivo e impactante quanto. Se até então não enxergava Yakuza por essa ótica, após ler essa análise talvez entenda diversos elementos que podem ter passado desapercebido em uma primeira impressão. Vale muito a pena se aventurar na história de Yakuza, que logo se tornou um popular ícone cult da geração 128 bits.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Guitar Hero

Esta é a análise de Guitar Hero, lançado pela RedOctane em 2005 para o Playstation 2.

File:Guitarhero-cover.jpg

Introdução

O mercado de jogos musicais é extenso e remete há muito tempo atrás. Desde os primórdios dos games, havia jogos musicais, com simuladores de piano e baterias. Mas nenhum deles fez sucesso. Quer dizer, até ser lançado Beatmania, para os arcades, em 1997. Começava aí uma nova era nos games: o apelo dos jogos musicais. Seja na forma de dança, como Dance Dance Revolution, ou de música mesmo, como Beatmania, o gênero Rhythm se tornou popular e cool em todo o mundo. De modinha nas festas underground japonesas, passaram a vender centenas de milhares de unidades ao redor do planeta. Quando a Konami lançou Guitar Freaks em 1998 para o Playstation, ela não sabia, mas estava dando a inspiração para que a Harmonix e a RedOctane lançassem uma das franquias de jogos musicais mais bem sucedida de toda a história dos games: Guitar Hero. Será que eles mesmos imaginavam o sucesso que a franquia teria nos anos subsequentes? Será que eles almejavam desde o princípio criar um ícone tão conhecido assim? Bom, isso eu não sei, mas, para conhecer melhor esse clássico, leiam a análise a seguir:

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Tony Hawk's Underground

Esta é a análise de Tony Hawk's Underground, lançado pela Activision em 2003 para o Playstation 2, Xbox e Gamecube.

File:Tony Hawk's Underground PlayStation2 box art cover.jpg

Introdução

Tony Hawk's Pro Skater se tornou, em pouco tempo, uma das franquias mais queridas e mais viciantes da era Playstation. Dona de diversos títulos de sucesso, a franquia sempre foi sinônimo de diversão e de novidades. Um dos mais populares jogos de esportes radiciais dos últimos tempos (talvez o mais popular fora dos esportes de maior vendagem, como futebol, basquete e futebol americano) e sucesso absoluto de crítica e vendas, a série chega por fim ao Playstation 2. E a Activision tratou de reinventar a série mais uma vez, reformulando vários fatores e incrementando muitas novidades, fazendo jus à transição da franquia a uma plataforma com mais possibilidades. Dando mais liberdade ao jogador e trazendo um inovador modo história e de customização de personagens, a série busca atrair um público ainda mais amplo, e, claro, sem perder a diversão e a jogabilidade viciante que fizeram fama até então. Acompanhe a análise desse grande jogo da franquia.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

Esta é a análise de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, lançado pela Konami em 2001 para o Playstation 2.

File:Metalgear2boxart.jpg

Introdução

Como pode um jogo gerar tanto hype, tanta expectativa antes mesmo de ser demonstrado? Quando a Konami anunciou, lá em 1999, que iríamos ter um novo Metal Gear, o universo gamer entrou em polvorosa. Bastou ser apresentado um trailer e um demo na E3 para comover legiões. Não demorou para que o jogo se tornasse simplesmente um dos principais motivos para se adquirir o Playstation 2 logo no lançamento. Quando o jogo foi lançado, foi um dos mais bem sucedidos da história, e até hoje, mais de dez anos depois de seu lançamento, ele é lembrado, jogado e idealizado como um dos melhores jogos e uma das mais profundas e emocionantes experiências cinematográficas do mundo dos games jamais feita. Porque esse jogo é tão cobiçado? É o que veremos no decorrer desta análise.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

God of War

Esta é a análise de God of War, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2005 para Playstation 2.


Introdução

Em 2005, o Playstation 2 estava a pleno vapor, recebendo títulos exclusivos a todo instante. A própria Sony Computer Entertainment não deixava barato para os concorrentes, lançando vários jogaços, um atrás do outro. E foi com certo clamor que ela lançou God of War, um Hack and Slash Action pouco tradicional, que traz uma aventura épica baseada na mitologia grega com direito a um muito sangue, sexo mas sem nenhum rock n' roll. Não é à toa que essa aventura mitológica já se tornou lenda entre os gamers do mundo todo. Vamos conhecer um pouco melhor esse clássico eterno, God of War?

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Shadow of the Colossus

Esta é a análise de Shadow of the Colossus, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2005 para o Playstation 2.

File:Sotc boxart.jpg

Introdução

Nem sempre obras grandiosas saem dos grandes estúdios. Foi com esse conceito que um pequeno grupo de artistas da Sony Computer Entertainment Japan se reuniu e formou a desenvolvedora Team Ico. Sua primeira obra, Ico, marcou gerações por ser simples mas ao mesmo tempo impressionante, inovador, apaixonante e atento aos mínimos detalhes, inclusive estética e imersão. Logo virou um ícone de referência e considerado uma verdadeira obra-prima dos games. Imagine agora os fãs quando souberam, em 2002, que uma sequência espiritual estava sendo produzida. Antes conhecida como "Nico", o jogo foi lançado como Shadow of the Colossus, sem ser uma sequência exata do anterior, mas ainda assim repleto de referências. Será que conseguiram agradar aos fãs? Será que o Team Ico repetiu o feito histórico e criou um jogo tão aclamado quanto seu anterior? É o que veremos nessa análise.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

The Elder Scrolls IV: Oblivion

Esta é a análise de The Elder Scrolls IV: Oblivion, lançado pela 2K Games em 2006 para PC, Xbox 360 e Playstation 3.

File:The Elder Scrolls IV Oblivion cover.png

Introdução

The Elder Scrolls pode não ter sido o primeiro Open-World Role-Playing Game do mundo, de forma alguma. Mas trata-se de um dos mais significativos que a geração atual pode ser lembrar. Um nome que se mantém vivo desde 1994 no imaginário dos gamers, e que a cada jogo cria uma legião de fãs apaixonados ainda maior do que o que já tinha. Recriando o presente e fundando novas tendências há décadas, em 2006, pudemos presenciar a chegada de mais um The Elder Scrolls. A pergunta já deixou de ser: "será que esse novo The Elder Scrolls será melhor do que o anterior?". Não tem mais o que se duvidar ou questionar. A pergunta mais concreta talvez seja: "quais foram as inovações que ele trouxe desta vez?", ou talvez: "como será que ficará o mundo dos games depois desse novo The Elder Scrolls?". Sem mais delongas, vamos logo para a análise.