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domingo, 31 de março de 2013

Devil May Cry

Esta é a análise de Devil May Cry, lançado pela Capcom em 2001 para o Playstation 2.

File:DMC1FrontCover.jpg

Introdução

No finalzinho de 1999, Resident Evil já era um dos carros-chefe da Capcom. Resident Evil 3: Nemesis havia sido lançado em setembro, e o público já pedia por mais jogos da franquia, e estavam todos ansiosos por um Resident Evil lançado para Playstation 2. Shinji Mikami, criador da série, pediu que seu parceiro de trabalho, Hideki Kamiya, desenvolvesse um novo game para a franquia. Kamiya tinha ideias originais, e pretendia levar a franquia a um lado mais voltado para a ação, com combates frenéticos. Então, o escritor Noboru Sugimura escreveu uma história repleta de elementos medievais. Com um protagonista "superpoderoso", elementos medievais, câmera livre e combate frenético, o jogo ficou diferente de tudo que a empresa já havia feito. Mas o jogo se distanciou tanto dos demais jogos da série que já não poderia mais ser considerado Resident Evil. Mikami gostou do jogo mesmo assim, e apostou na ideia de lançá-lo como um jogo independente, de uma nova franquia que tinha tudo para fazer sucesso. E assim surgiu a franquia Devil May Cry: uma mistura alucinante de ideias que deram certo. Quem poderia apostar que a Capcom iria conseguir fundar e apresentar ao mundo um novíssimo gênero (Hack and Slash Action), e, ainda de quebra, trazer mais um carro-chefe para a empresa?

domingo, 3 de fevereiro de 2013

God of War: Ghost of Sparta

Esta é a análise de God of War: Ghost of Sparta, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2010 para o Playstation Portable.

File:GOW Ghost of Sparta boxart.jpg

Introdução

God of War é uma franquia que alcançou seu ápice bem recentemente. A terceira versão da sequência direta do jogo, God of War 3, lançado em março de 2010, marcou mais uma página na história épica do lendário Kratos. Algumas dúvidas ficaram no ar, e os fãs começaram a pedir maiores explicações sobre o background do protagonista. A Sony resolveu atender aos pedidos, e mais uma versão do jogo foi lançado poucos meses depois, em novembro do mesmo ano. God of War: Ghost of Sparta, não é apenas um spin-off para PSP, e sim uma parte importante da intensa trama do jogo, e possui detalhes interessantes e revelações importantes acerca do universo do jogo, principalmente do protagonista. Logo tornou-se peça obrigatória para os fãs, obrigando a Sony a lançar o jogo em uma coletânea especial para Playstation 3 (já que nem todos os fãs a franquia tinham PSP). Será que esse game conseguiu manter o padrão de qualidade do restante da franquia? Seria um sucesso tão grande quanto a série direta, ou mesmo quanto o Chain of Olympus? É o que veremos ao longo dessa análise.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Castlevania: Lament of Innocence

Esta é a análise de Castlevania: Lament of Innocence, lançado pela Konami em 2003 para o Playstation 2.

File:Castlevania - Lament of Innocense (Gamecover).jpg

Introdução

A franquia Castlevania é uma das mais populares da história dos games. Poucas franquias podem se vangloriar de estar presente em tantos consoles com tantas versões desde 1986. A franquia vem se mantendo sempre na ativa, em busca de novidades e com grandes lançamentos. Uma das mais recentes tentativas de inovação que a franquia tem apresentado para seu já manjado estilo de jogo é o formato em três dimensões. Contrariando o estilo 2D que a série possuía em seu início, o primeiro jogo em 3D foi Castlevania, lançado para Nintendo 64 em 1999. O segundo foi Castlevania: Legacy of Darkness, lançado também em 1999 para Nintendo 64. O primeiro até foi bem (em termos), mas o segundo não foi nada bem em questão de críticas ou vendas, o que desanimou um pouco a Konami a persistir no 3D. Após lançar outros jogos em 2D, ela resolveu tentar mais uma vez e lançou Castlevania: Lament of Innocence para o Playstation 2, com muitas alterações bacanas no gameplay, em 3D e com forte apelo ao recém-famoso gênero Hack and Slash. Será que desta vez será uma boa evolução para a série? Veremos nessa análise:

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

God of War

Esta é a análise de God of War, lançado pela Sony Computer Entertainment em 2005 para Playstation 2.


Introdução

Em 2005, o Playstation 2 estava a pleno vapor, recebendo títulos exclusivos a todo instante. A própria Sony Computer Entertainment não deixava barato para os concorrentes, lançando vários jogaços, um atrás do outro. E foi com certo clamor que ela lançou God of War, um Hack and Slash Action pouco tradicional, que traz uma aventura épica baseada na mitologia grega com direito a um muito sangue, sexo mas sem nenhum rock n' roll. Não é à toa que essa aventura mitológica já se tornou lenda entre os gamers do mundo todo. Vamos conhecer um pouco melhor esse clássico eterno, God of War?

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Bayonetta

Esta é a análise de Bayonetta, lançado pela Sega em 2009 para o Playstation 3 e Xbox 360.

File:Bayonetta Box Art.jpg

Introdução

Já há décadas a sexualidade e a vulgarização da mulher são temas polêmicos a serem discutidos pelos cultos intelectualizados de todo o mundo. Não é de hoje que um produto que estampe a imagem de uma mulher seminua vende mais do que um produto que não exponha uma mulher seminua. E poucas áreas do entretenimento humano sofreu tanto com essa questão quanto a arte, principalmente os filmes, e, claro, os games. Colocar uma protagonista gostosona, carismática, de curvas estonteantes, transbordando sex-appeal e ainda de preferência em poses eróticas e com trajes sumários sempre foi uma excelente campanha de marketing (Tomb Raider e Dead or Alive que o digam!), mas com o passar do tempo esses elementos passaram a ser atribuídos como subterfúgios para jogos que não continham conteúdo, e apenas apelavam para a beleza das mulheres para vender mais. Quando Bayonetta apareceu para acalorar ainda mais as rodinhas de discussão intelectualizadas mundo afora, a crítica especializada de um modo geral se perguntou: será que Bayonetta é um jogo que vale a pena adquirir, excetuando as cenas de estonteante beleza de sua protagonista? É essa dúvida que eu estou aqui para tentar responder nessa análise. Confiram.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Dante's Inferno


Esta é a análise de Dante's Inferno, lançado pela Electronic Arts em 2010 para o Playstation 3, Xbox 360 e PC.


Introdução

Dante's Inferno criou uma certa expectativa em diferentes segmentos da arte. Para começar, quando a Electronic Arts anunciou que estava realizando uma versão gamística de um clássico da literatura do século 14. Imagine, todos os fãs de literatura iriam querer jogar um jogo baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri! E então, o público encontrou um Hack and Slash Action fatalmente inspirado em outro clássico, desta vez gamístico mesmo: God of War, da Sony. Gerando comparações e aflições de ambos os lados, tudo indicava que o jogo seria um desastre completo ou uma ideia muito bem sucedida. Qual é a minha opinião a respeito? Leia esta análise para descobrir.