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quarta-feira, 13 de março de 2013

Silent Hill: Downpour

Esta é a análise de Silent Hill: Downpour, lançado pela Konami em 2012 para o Playstation 3 e Xbox 360.

File:Silent Hill Downpour box art.jpg

Introdução

A verdade é que a Konami vinha negligenciando a série Silent Hill. Desde o Origins, ela "terceirizou" a produção da franquia e a deixou a cargo de empresas novas e de pouco estatuto, de modo que ela pudesse focar seus estúdios próprios em séries que faziam mais sucesso e eram mais vendáveis. Ela deixou o Origins a cargo do Climax Studios. O Homecoming a cargo do Double Helix Games. E o Shattered Memories mais uma vez a cargo da Climax Studios. Nenhum deles fez sucesso, e a vertente da série ia caindo cada vez mais. Como se isso não fosse o bastante, a Konami ainda resolveu deixar o novo game, candidato a dar a volta por cima e retornar os tempos de glória da série, a cargo de uma empresa muito recente, da República Checa, criada em 2009, chamada Vatra Games. Ela só havia feito um único game em sua história: Rush'N Attack: Ex-Patriot. E desenvolveu esse novo Silent Hill. O game veio repleto de novidades, que vão desde a nova possibilidade 3D até um sistema repensado de jogabilidade e uma história que tenta ao máximo se reaproximar dos tempos saudosos de glória da franquia. Não podemos negar que eles tentaram agradar aos fãs, colocando elementos há muito perdidos na série, ao mesmo tempo em que tentou se atualizar e fazer algo consistente e a par da nova geração. Será que dessa vez eles acertaram? É o que veremos nessa análise:

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Silent Hill 2

Esta é a análise de Silent Hill 2, lançado pela Konami em 2001 para o Playstation 2 e Xbox.

File:Silent Hill 2.jpg

Introdução

Silent Hill marcou uma geração no Playstation, ao se distanciar (mesmo que brevemente) dos vários clones de Resident Evil do console. O survival-horror havia apresentado ao mundo um novo sub-gênero, chamado de terror psicológico. O sub-gênero já existia no cinema e na literatura, mas teve sua primeira abordagem nos games com esse jogo. O estilo pegou fama, e Silent Hill conquistou a sua pequena legião de seguidores. Mas os fãs do gênero ansiavam mesmo era por um novo Silent Hill, não por jogos genéricos que tentavam seguir seu ideal. Sendo assim, a Konami resolveu lançar Silent Hill 2, dois anos após o primeiro, para delírio dos fãs apaixonados pelo bom terror e pela aterrorizante cidade macabra americana. Muito já se esperava desse game, que é lembrado até hoje como um dos maiores clássicos do terror de todos os tempos, superior ao jogo anterior em diversos aspectos e tal, mas... Será que Silent Hill 2 é tudo isso que dizem? É o que veremos no decorrer dessa análise.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Silent Hill

Esta é a análise de Silent Hill, lançado pela Konami em 1999 para Playstation.


Introdução

Resident Evil deu início a uma onda relativamente grande de jogos do estilo survival-horror para a plataforma Playstation. Em sua maioria, não passavam de imitações baratas. Mas um dos jogos que mais surpreendeu os jogadores foi Silent Hill. Silent Hill se difere dos demais jogos do estilo porque sua forma de terror é mais intensa e totalmente sem noção. O horror não se deve simplesmente ao fato de haver monstrinhos aqui e ali, ou muitos corpos e sangue na tela, mas também se deve à resolução dos mistérios da mente humana. Coisas estranhas acontecem o tempo todo, deixando o jogador perplexo com relação ao que está acontecendo, e inseguro em relação ao que pode acontecer. A ação beira a fantasia, e tudo - realmente, tudo - pode acontecer. Do nada. Mesmo que não tenha razão nenhuma para acontecer. Por isso, esse modo de terror foi batizado por alguém de terror psicológico. Em filmes, esse modelo de terror já é mais do que conhecido. Os filmes O Sexto Sentido e O Chamado usaram deste artifício para causar medo em seus telespectadores. E Silent Hill inaugurou esse gênero no mundo dos games.